Notícias
Últimas
Da Hipermeios
Arte e Cultura
Entrevistas
Mundo profissional
Saúde e bem-estar
Universidade
Vida sustentável
Colunas
 
Destaques
Festivais: arte pulsante por todo o Brasil
O Brasil é hoje um caldeirão pulsante de arte e cultura, com um número crescente de festivais se espalhando pelo interior. Longe do circuito tradicional das grandes capitais, acostumadas a receber megaeventos, cidades do interior têm abrigado iniciativas de pequeno e médio porte, viabilizadas por redes de apoio e pessoas interessadas em produzir e incentivar a cultura. [+]
 
Pedro Markun: 'A política não precisa ser uma coisa que a gente detesta'
Ele é um dos idealizadores do movimento Transparência Hacker, que reúne jovens de várias profissões com a proposta de juntar comunicação e tecnologia em favor dos interesses da sociedade. Por exemplo, ajudando a tornar mais transparentes as informações sobre as ações de governantes e parlamentares. [+]
 
 
Busca

 
Tags
alimentação artes plásticas autoconhecimento carreira cinema consumo consciente cultura economia da cultura educação empreendedorismo estágio estresse história internet literatura meio ambiente música poesia pós-graduação psicologia

 
 
sábado, 18 de novembro de 2017 Quem somos
Serviços
Portfólio
Clientes
Contato
Página Inicial > Notícias > Saúde e bem-estar
 
Saiba se você é um ''Facebookólatra''
 
Gastar tempo demais na rede social a ponto de prejudicar estudos ou relações pessoais no mundo real pode ser sintoma de dependência.
 
09 de janeiro de 2013
por Aline Nogueira de Sá
 

Faça um teste. Quanto tempo por dia você passa usando o Facebook? Se praticamente não consegue se desconectar da rede, mesmo quando conversa com amigos ou assiste a uma aula, é bom ficar alerta.

O hábito em exagero de se relacionar por meio da popular rede social vem sendo associado por alguns estudiosos a uma espécie de dependência, com sintomas semelhantes aos do alcoolismo e vício em drogas.

A Faculdade de Psicologia da Universidade de Bergen, na Noruega, foi a primeira a estudar o assunto e divulgou um artigo no periódico ''Psychological Reports'' que aponta os sintomas e características das pessoas que sofrem com o problema.

De acordo com Cecilie Schou Andreassen, que coordenou o estudo, o vício em Facebook ocorre principalmente em pessoas mais jovens e socialmente ansiosas e inseguras.

''Provavelmente por ser mais fácil se comunicar através das mídias sociais do que cara a cara'', disse. Mulheres também seriam mais propensas a desenvolver a dependência.

Já a psicóloga Adriana Domingues diz que a questão não deve ser vista apenas pelo ponto de vista da personalidade dos usuários, mas sim como fruto do contexto social em que vivemos.

''A ansiedade, insegurança, solidão são apenas alguns dos sintomas do modo de ser contemporâneo. A tecnologia atrelada a outros fatores tornou o ser humano mais individualista. Ele deixou de valorizar o 'estar junto' presencialmente e agora usa as redes sociais para suprir uma dificuldade em se relacionar'', avalia.

Sou dependente?

O melhor termômetro para saber se você anda exagerando nos posts e likes é a opinião das pessoas que estão próximas a você.

Mas é possível fazer um exercício de autorreflexão a partir de 6 critérios básicos, desenvolvidos pela universidade norueguesa, que podem ser respondidos da seguinte forma: (1) Muito raramente, (2) Raramente, (3) Às vezes, (4) Muitas vezes, e (5) Muito frequentemente:

Você gasta muito tempo pensando sobre o Facebook ou planejando o seu uso?
Você sente uma necessidade urgente de usar o Facebook?
Você usa o Facebook para esquecer seus problemas pessoais?
Você tentou reduzir o uso de Facebook e não conseguiu?
Você fica inquieto ou perturbado ao ser proibido de usar o Facebook?
Você usa o Facebook a ponto de prejudicar seu trabalho ou estudo?

Segundo o estudo, a pontuação de "frequentemente" ou "muito frequentemente" em pelo menos quatro dos seis itens pode sugerir que você é viciado na rede.

Do virtual para o 'real'

Muita gente parece estar preocupada com o tema. A Internet Time Machine, empresa que faz levantamentos sobre tendências na internet, divulgou recentemente que a dependência de Facebook é um dos assuntos mais buscados na rede, na frente de pesquisas sobre vícios em sexo e cigarro.

Mas é bom lembrar que muita gente usa o Facebook ou outras redes sociais sem se tornar dependente e até para incrementar a vida social no mundo real.

Para a psicóloga Adriana, quando se percebe algum sintoma de dependência, a dica é fazer exatamente isso: encontrar no virtual caminhos que sirvam de apoio para as conquistas no mundo real.

''É natural essa necessidade de ser reconhecido, de estar em evidência. Nesse processo, o Facebook pode ser usado de forma positiva, como um primeiro passo para que a pessoa, quando estiver mais segura, consiga construir melhor suas relações no mundo presencial'', diz. 


 

 
Imprima
 
 
leia na mesma seção
Um pouco de ansiedade pode ajudar
Gengibre: saboroso e medicinal
Para emagrecer é preciso 'ter cabeça'
Não é preciso comer muito para comer em excesso
A boa memória depende de saber esquecer
A importância de ler rótulos dos alimentos
Organize seu tempo e seja feliz
Neuróbica, a ginástica para o cérebro
Alimentação saudável é seguro contra estresse
Alongamento ajuda a diminuir as tensões do dia-a-dia
Amadurecer exige esforço e autoconhecimento
Excesso de exercícios prejudica a saúde
Hábitos alimentares podem influenciar nos estudos
Física quântica e os livros de autoajuda
 
Tags relacionadas

 
© Hipermeios 2006-2017. Todos os direitos reservados.
Rua Garcia Lorca, 147 | São Paulo SP | 05519-000 / tel +55 11 3285 2577

  RSS 2.0 | Mapa do site | Espaço privado | Créditos