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Quando surge a dúvida no meio do curso
 
Estudantes passam por muitas angústias no momento de escolher o rumo profissional e, às vezes, descobrem que erraram quando já estão no meio da graduação. O que fazer? Especialista mostra que nem sempre é preciso recomeçar e que a chave está no autoconhec
 
17 de junho de 2007
por Cristiane Moraes
 

A escolha de uma carreira pode ser um dos momentos mais importantes na vida de uma pessoa. Cada vez mais cedo e com menos maturidade os jovens são obrigados a fazer a sua opção. O resultado é que é comum encontrar universitários com dúvidas sobre se tomaram a melhor decisão ao optar por esta ou aquela graduação.

Muitos deles desperdiçam tempo e dinheiro trocando ou testando novos cursos. Outros acabam escolhendo uma profissão que valorize mais as oportunidades de mercado do momento, mas esquecem que este mesmo mercado está em constante mudança.

Então, qual é a melhor saída para quem se encontra num impasse? Terminar o curso, parar no meio, trocar ou explorar algum nicho mais interessante da área escolhida? Especialistas no assunto costumam ter uma resposta pronta para isso: autoconhecimento.

No momento da dúvida, a melhor solução é desacelerar e buscar conhecer mais a si mesmo e sobre a rotina de várias profissões. Explorar as opções, descobrir características, habilidades e competências e identificar aquelas com as quais se tem mais afinidade.

A escolha deve ser existencial

A coordenadora da área de Gestão de Carreiras da Faculdade de Informática e Administração Paulista (FIAP) e da Faculdade Módulo Paulista (FMP), Janete Teixeira Dias, diz que existem recursos que podem ajudar o estudante no momento que surgirem as dúvidas sobre o caminho a seguir.

Além dos testes vocacionais, existem programas de coaching ou acompanhamento com profissionais para conhecer a verdadeira vocação do jovem.

"Acho que uma boa lista de competências da profissão e a identificação de quais características o estudante possui já ajuda", argumenta Janete, que é psicóloga e especialista em psicodrama.

O importante, segundo ela, é que no momento da dúvida o universitário consiga responder uma pergunta. Por que escolheu essa profissão? Se as respostas forem muito externas, como, por exemplo, "porque os meus pais me incentivaram" ou "porque optei pela carreira que ia dar mais dinheiro", aí pode estar a raiz do problema.

"A resposta para a escolha de uma carreira ou profissão deve ser existencial. Só assim o profissional vai ser sentir motivado e feliz", acentua.

Se a resposta do universitário for: porque me identifico com a profissão, tenho qualidades interessantes para a carreira, mas descobri que não tenho todas as habilidades, você pode estar no caminho certo, explica a psicóloga.

É possível realinhar a carreira depois

"Você pode ter algumas características e desenvolver outras. A pessoa não precisa ter o perfil pronto. Este pode ser moldado e adaptado para as realidades. Por isso, melhor do que ter todas as aptidões o profissional deve ter flexibilidade para se adaptar as novas demandas do mercado", destaca Janete.

A decisão da carreira deve ser resultado de muita reflexão. A especialista diz que quando o contexto (curso, área, universidade) possibilita a troca para algo que o estudante se sinta mais identificado, tudo bem. Já em alguns casos o jeito é começar do zero mesmo.

"Mas se o jovem não tem certeza do curso que está fazendo e nem de outro que planeja fazer, eu recomendo que prossiga, principalmente quem está no meio de um curso".

Para a especialista, mesmo depois de terminar uma graduação é possível realinhar a carreira com cursos de especialização, cursos modulares e MBAs.

"O mercado pede um curso superior, então é melhor concluir algum ou continuar estudando do que trancar a faculdade. O empregador vê com outros olhos os estudantes ativos", explica.

Agora, se o universitário tem dúvidas sobre profissões muito diferentes, como direito e veterinária, por exemplo, ele deve tentar descobrir por qual delas o coração bate mais forte.

Escolhas erradas podem ser válidas

"Existem pessoas que se saem muito bem em tudo, e são estas que encontram mais dúvidas e por isso trocam tanto de curso. Mas o estudante deve canalizar as competências para uma profissão que possa utilizar as diversas características", orienta Janete Dias.

Na opinião da psicóloga, em uma trajetória nada se perde. A experiência de diferentes cursos ou áreas é muito valorizada e pode ser aproveitada na nova carreira escolhida. Existem a cada dia profissões mais específicas.

"Quem se formou em fisioterapia pode buscar trabalhar com desenvolvimento de software". Às vezes, é até possível aliar as duas áreas. É preciso dar um brilho maior na profissão", acrescenta.

As dicas da especialista são trocar idéias com pessoas próximas, identificar as características pessoais e das profissões e buscar algo que realmente lhe dê prazer. "O sucesso está na satisfação e realização com um trabalho. Não importa se o estudante fez a escolha errada, tudo vale a pena".

O importante, para Janete, é terminar o curso e daí buscar formas de realinhar a carreira para as posições do mercado. "Se a pessoa gosta, não vai enfrentar problemas de se readequar", finaliza.

 
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