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Trabalho a distância cresce no País e ganha lei
 
Legislação oficializa a prática, vista pelas novas gerações como um jeito de unir trabalho e qualidade de vida.
 
29 de maio de 2012
por Aline Nogueira de Sá
 

Sair de casa todos os dias de manhã, enfrentar o trânsito e chegar ao trabalho já não é mais uma rotina para muitos brasileiros. Por opção própria ou por decisão da empresa, cada vez mais pessoas estão deixando os escritórios para trabalhar em casa ou em ambientes alternativos, como telecentros e cibercafés.

A Sobratt (Sociedade Brasileira de Teletrabalho e Teleatividades) estima que existam no Brasil mais de 10 milhões de teletrabalhadores.

O termo ''teletrabalho'' é um dos que definem o trabalho remoto, que usa a tecnologia da informação e comunicação (como computadores e telefones) para transmitir informações entre empresa e trabalhador.

E são justamente os avanços da tecnologia da comunicação, somados aos anseios da nova geração, que fazem aumentar a cada ano o número de pessoas dispostas a trabalhar a distância.

Uma pesquisa mundial realizada pela empresa de recrutamento Robert Half com executivos apontou que 47% acham que o trabalho a distância aumentou nos últimos três anos.

O Brasil é o terceiro país onde esse tipo de trabalho mais cresceu, atrás apenas da China, o primeiro lugar, e Cingapura.

''A nova geração que está entrando no mercado de trabalho anseia por melhor qualidade de vida, mais desafios, respostas e feedbacks (retornos dos superiores) rápidos, o que é oferecido pelo teletrabalho'', diz Cléo Carneiro, do CETEL (Centro de Estudos de Teletrabalho e de Alternativas de Trabalho), da Business School São Paulo - Universidade Anhembi Morumbi.

Além disso, empresas de todos os portes estão adotando o teletrabalho em busca de benefícios como redução de despesas, mais facilidade de inclusão de deficientes físicos e aumento de produtividade – visto como resultado também da maior satisfação dos trabalhadores.

Decisão profissional

Antes de partir para o teletrabalho, no entanto, o ideal é avaliar qual é o seu ideal de trabalho, e se conseguirá fazer as tarefas remotamente sem que isso atrapalhe seu crescimento dentro da empresa e sua formação profissional.

Há três anos trabalhando como freelancer, o jornalista e consultor em comunicação Anderson Costa, 32 anos, gosta desse estilo de vida, com horário flexível e menos estresse com os problemas urbanos.

''Mas o fato é que a pessoa que trabalha remotamente deve ter mais disciplina do que em um escritório, já que não há ninguém por perto para cobrá-la'', diz o profissional, que edita o site Movebla (http://www.movebla.com/), dedicado ao tema.

Nova lei

No final de 2011, a Lei nº 12.551 oficializou o teletrabalho, como uma prática sem distinção do trabalho realizado dentro das empresas e reconheceu meios tecnológicos, como o celular e e-mail, como suficientes para caracterizar as ordens ou supervisão de tarefas.

A nova regra, porém, tem causado polêmica, já que é possível o entendimento de que qualquer ligação, ou envio de e-mails, fora do horário de trabalho, caracterize horas extras, o que daria prejuízo às organizações.

Porém, para Carneiro, do CETEL, a legislação apenas reconheceu o que já existia. ''Para quem já praticava as boas relações de trabalho, a lei não trouxe grandes diferenças. Nas empresas cumpridoras de seus deveres os direitos estão sempre preservados'', afirma.

 

 
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